
“Eu sei inglês. Mas não consigo falar.”
O Brasil é gigante no mapa e ocupa apenas o 75º lugar em proficiência. Não é falta de inteligência: é o efeito de anos treinando os olhos para reconhecer regras, sem treinar os ouvidos para responder.
O país muda. O “entendo, mas não falo” continua.
Compare score, posição e contexto. O objetivo não é transformar fluência em competição, mas mostrar que o problema brasileiro não é falta de contato com cursos — é falta de uso oral automatizado.
123 países e regiões do EF EPI 2025, organizados por continente.
Referência fixa
Brasil
Base BR- Score
- 482
- Global
- 75º
- Am. Latina
- 16/20
O maior país da América do Sul fica à frente apenas de Colômbia e Equador entre os dez países sul-americanos avaliados. O tamanho do mercado de cursos não virou espontaneidade na fala.
País selecionado
África do Sul
- Score
- 602
- Global
- 13º
- África
- 1/28
A África do Sul reconhece 12 línguas oficiais e alcança proficiência muito alta. Multilinguismo não bloqueia a fala quando o inglês tem função social real.
O Brasil lê melhor do que fala.
516
Leitura
464
Fala
Você não “esquece tudo” quando abre a boca. Você tenta acessar, em segundos, um inglês que foi armazenado para reconhecer — não para responder.
Na apostila, existe tempo para traduzir. Na conversa, a resposta precisa nascer antes da regra.
Por isso tanta gente entende músicas, textos e reuniões, mas sente medo quando o inglês devolve uma pergunta.
A saída não é estudar mais do mesmo. É treinar ouvido, contexto e resposta até a fala deixar de pedir permissão.
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